Inicio  Excepcional Quatro pessoas são formalizadas em Salto por emitir carteiras de motorista "trutas"

Quatro pessoas são formalizadas em Salto por emitir carteiras de motorista "trutas"

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A Polícia de Salto conseguiu identificar e deter quatro pessoas que estavam envolvidas na emissão de cadernos de motoristas apócrifos e na eliminação de dívidas e antecedentes dos motoristas. Para realizar essas tarefas, foram trabalhados valores entre 60 mil e 100 mil pesos.

A manobra, envolvendo um funcionário da Secretaria de Trânsito da Intendencia de Salto, consistiu da seguinte forma: uma vez que o município recebeu as licenças apreendidas, passou-as a um ex-funcionário municipal (com histórico de crime de peido do ano de 2103) que entrou em contato com outras duas pessoas encarregadas de se comunicar com os motoristas.

O funcionário municipal tinha o poder de emitir códigos para carteiras de habilitação e concluir o procedimento completo para emissão das licenças, inclusive imprimi-las. Além disso, os acessos e poderes para desinscrever-se de multas de trânsito, entrar no sistema de receita da UNASEV e, em caso de espiromes positivos, realizar o procedimento correspondente para eles, e até mesmo desinscrever do sistema para tais espiromas. Também tinha o poder de finalmente inspecionar os veículos apreendidos para a entrega dos veículos.

Dias atrás, em uma operação, a polícia prendeu dois dos envolvidos enquanto entregavam um caderno e tiveram seus celulares apreendidos.

Com as informações coletadas a partir das declarações e da perícia dos telefones foi estabelecido que um deles também seria dedicado à venda de entorpecentes.

A pedido da Promotoria de Justiça do Terceiro Salto, a 2ª Vara Legal emitiu quatro mandados de busca para a casa dos envolvidos e duas inspeções foram realizadas em outras casas.

Após a inspeção, funcionários da Unidade de Investigação da GRT, em conjunto com a GRT, localizaram seis munições calibre .22, quatro munições calibre 14 mm, oito celulares, 20.690 pesos, US$ 101, um notebook do Departamento de Artigas, um alto-falante alimentado, um pendrive e várias ferramentas.

Os outros dois envolvidos foram presos nesses agentes.

Após o processo judicial, a formalização de todos os envolvidos foi prevista na suposta prática de um crime contínuo de corrupção qualificada agravada, um crime contínuo de falsificação de documento público ideológico e um delito de associação para cometer crimes em base de repetição, como autor do funcionário municipal e dos demais coautores.

Além disso, o ex-funcionário municipal foi acusado de roubo agravado em flagrante como coautor, e a pessoa apreendeu munição, um crime contínuo de negociação de substâncias entorpecentes e um crime de tráfico interno de armas e munições, como autor, e deve cumprir prisão preventiva no prazo de 120 dias.

Os outros três envolvidos devem cumprir como medida limitante (endereço fixo, arquivamento na seção policial de sua casa uma vez por semana sem permanência e a proibição de sair do apartamento) tudo pelo período de 120 dias.

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